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A Organização Mundial da Saúde publicou, em 17 de setembro de 2026, uma agenda global de prioridades de pesquisa em medicina tradicional, complementar e integrativa para 2025–2034. Segundo a OMS, menos de 1% do financiamento mundial de pesquisa em saúde vai para essa área.
O que isso significa
A OMS não está recomendando tratamentos. Ela pede mais estudos, feitos com rigor, para saber o que funciona, o que é seguro e o que vale a pena, e defende regulação para proteger a segurança dos pacientes. A agenda veio depois da segunda cúpula global da OMS sobre medicina tradicional, em Nova Délhi, em dezembro de 2025, onde 27 países-membros assumiram compromissos formais.
O que ainda não se sabe
Segundo a própria OMS, o que falta é justamente evidência: para muitas dessas práticas, ainda não há estudos suficientes sobre eficácia e segurança.
Fonte: Organização Mundial da Saúde, 17 de setembro de 2026.
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